
Perante este cenário e o engrossar das hostes dos “arrependidos” ainda corremos o risco de vir a ler ou a ouvir Paul Wolfowitz afirmar que nada teve a ver com a ruinosa estratégia da família Bush. Recorde-se que Wolfowitz, tal como agora já fora conselheiro nos tempos da presidência de Bush pai e é, de há muito, conhecido como um dos principais teóricos do principio da utilização do conflito bélico como extensão da democracia de mercado, um dos grandes criadores das “ameaças fantasmas” e teórico das intervenções preventivas e da intimidação dos “competidores emergentes”.
Nesta mesma linha de actuação poderão ser entendidas algumas das mais recentes declarações de Zalmay Khalilzad, o embaixador norte-americano no Iraque, que também já tem levantado algumas dúvidas sobre o desenrolar e os desenvolvimentos da ocupação daquele país.
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