
Certo é que as excessivamente próximas ligações de Guilherme d’Oliveira Martins ao governo em funções o transformará num alvo fácil para a crítica a todas as decisões que o órgão a que vai presidir venha a tomar.
Podendo, e volto a deixar no ar a interrogação, ser a pessoa certa restará a questão sobre o lugar (função a desempenhar) e o momento para a nomeação.
Como em muitos outras situações da vida política, cabe aqui recordar a velha, mas sempre muito actual máxima: “À mulher de César não basta ser séria, tem que o parecer!”
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