terça-feira, 11 de setembro de 2007

11 de Setembro de 2001

Sobre o 11 de Setembro de 2001 já muito se escreveu (eu próprio aqui deixei há um ano três posts[1]) mas muito ainda se escreverá porque a polémica está longe de resolvida.

Há um ano procurei sintetizar muitas das dúvidas que assaltavam (e assaltam) os espíritos de quem queira pensar pela sua própria cabeça. Este ano, e porque há uns meses ocorreu no Brasil um acidente aéreo que também envolveu o embate de uma aeronave, na ocorrência um Airbus A320, contra um imóvel, proponho-vos a observação de algumas imagens deste acidente.

Pondo de lado o aspecto mórbido do desastre concentremo-nos no que as imagens nos mostram. As primeiras, colhidas ainda durante a acção dos bombeiros para extinguirem o incêndio, mostram em primeiro plano os destroços da cauda do avião e o facto de parte significativa do aparelho não ter penetrado na estrutura do edifício.

A segunda sequência, colhida já após a extinção do fogo volta a mostrar com particular evidência a cauda do Airbus, o trem de aterragem e partes da fuselagem (veja-se a sua dimensão pelo pormenor do tamanho dos socorristas que lhe estão próximo).

Trágicos, mas verdadeiros, são estes os resultados e os estragos normalmente resultantes do embate de uma aeronave com um edifício.

Se observarmos agora as imagens que há pouco menos de seis anos foram apresentadas na sequência do “atentado” executado com um Boeing contra o edifício do Pentágono

torna-se bem perceptível porque é que é cada vez maior o número de pessoas que não aceitam a tese do atentado, rejeitam a hipótese de ter ter existido um Boeing 757

e continuam a afirmar que a única coisa que poderia ter embatido contra o Pentágono foi isto…

um míssil de cruzeiro do arsenal norte-americano.

É que não é só a ausência de destroços, nomeadamente dos dois motores (pois como se pode ver na imagem apenas foi encontrado um pequeno reactor idêntico aos usados nos mísseis de cruzeiro), que alimentam esta hipótese,

mas também o facto do edifício sede do poderoso aparelho militar norte-americano estar equipado de sistemas de defesa anti-aérea que AUTOMATICAMENTE teriam tido que atingir o Boeing, mas teriam permanecido inactivos, como aconteceu, em presença de um aparelho que os radares assinalariam como “amigo”.

Depois disto e da verdadeira infâmia que se têm revelado as invasões do Afeganistão e do Iraque, justificadas pelo tal atentado do 11 de Setembro, ainda haverá quem acredite em tudo o que a administração de George W Bush tem dito sobre o assunto?

Não serão cada vez mais urgentes as respostas a questões tão simples como a de saber onde pára o voo da American Airlines que não embateu contra o Pentágono?

Quem ordenou/autorizou o disparo de um míssil sobre o Pentágono?

Durante quanto tempo ainda iremos esperar por respostas? E por justiça?

___________

[1] Pela sua extensão esse texto foi divido em três partes que podem ser lidas nos seguintes endereços: NINE ELEVEN Parte I; NINE ELEVEN Parte II e NINE ELEVEN Parte III

2 comentários:

antonio disse...

Acreditar em tudo o que o Bush diz ou em tudo o que se diz contra o Bush, não me parece sensato.

Mas a coincidência é extraordinária: ninguém fez nada para abater os aviões comerciais que se dirigiam para o WTC, mas rapidamente se disparou um míssil sobre o Pentágono... a não ser que tudo tenha sido uma maquinação da administração Norte Americana, para invadir o Afeganistão e o Iraque.

Faz sentido.

A Xarim disse...

Não creio que o principal objectivo da manipulação em torno do 11SET tenha sido a de justificar qualquer iniciativa militar.
Pelo contrário já se me afigura perfeitamente natural que tudo tenha sido usado em benefício do aparelho militar-industrial norte americano, a começar pela autoria da acção contra o WTC (não esquecer que Bin Laden foi "criado" pela CIA para fomentar a oposição afegã às tropas da antiga União Soviética e mantém ainda hoje estreitos negócios/interesses comuns com a família Bush e que apesar dos inflamados discursos e do recurso ao maior e mais podroso exército do mundo este continua sem ter sido capturado), passando pela coveniente destruição de um edíficio contíguo ao WTC que era usado para arquivo da CIA e concluindo-se com um chorudo aumento do orçamento americano para o Pentágono.
Somando todos os dados e simplificando a operação quem saiu a ganhar?
Mesmo podendo ter falhado esta resposta, ninguém duvidará que quem saiu a peder fomos todos nós!